Centro de Ipu. Foto do acervo do Prof. Francisco de Assis Martins (Prof. Mello)
Olho o mapa da cidade
Como quem examinasse
A anatomia de um corpo...
(...) Sinto uma dor infinita
Das ruas (...)
Onde jamais passarei...
Há tanta esquina esquisita,
Tanta nuança de paredes,
Há tanta moça bonita
Nas ruas que não andei
(E há uma rua encantada
Que nem em sonhos sonhei...)
Que faz com que o teu ar
Pareça mais um olhar
Suave mistério amoroso,
Cidade de meu andar (Mario Quintana – O Mapa)
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